valney:

euodeioissoaqui:

Chorei.

:(

(Reblogged from valney)

“Life’s too short for the wrong job”

tumbleupthestairs:

thehiddentriforce:

WORTH A MILLION REBLOGS.

THIS IS SO AMAZING

OH MY GOD

AMAZING.

this is so a-ma-zing!!

(Source: tomatoneedles)

(Reblogged from funnyfunnyfunnyfunnyfunny)
A cena se passou num terreiro de umbanda.
Corria a sessão normalmente quando alguém veio avisar ao Pai José que tinha uma velhinha passando mal. Pai José mandou trazer a velhinha – uma senhora pequena, magrinha, de seus 70 anos, com cara de realmente estar nas últimas. Sentaram-na numa cadeira. Pai José olhou, mediu, se concentrou, de repente perguntou baixinho pra ela: Suncê peida, filha? A velhinha, agoniada, olhou em volta pedindo ajuda. Alguém traduziu: ele quer saber se a senhora solta gases!
A velhinha, agoniada que estava, mais ainda ficou. Pai José pediu então para fazer um chá bem forte de dente-de-leão, e enquanto isso colocou sua mão direita vibrando em direção à barriga da velhinha. Veio o chá, ela bebeu, e momentos depois soltava uma sonoríssima torrente de puns – e sua expressão foi se aliviando, as cores voltando, e ela sorriu para o Pai José.
Que sorriu de volta e comentou: Tem que peidar, né, filha? Senão, esse gás aí dentro vai fazer suncê sair voando pelo céu antes da hora…
Sonia Hirsch. Deixa Sair: dieta sem dieta, respiração, movimento, meditação.

Se (Rudyard Kipling)

Se és capaz de manter tua calma, quando
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.

Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!

(tradução de Guilherme de Almeida)

A BALLOON ON A BROKEN STRING
The Boy Least Likely To

I’m not a boy
I’m a big fat balloon
Flapping in the wind
Floating over the treetops
On a broken string
I’ve never been tied down
To anything
Because I’m free
I suppose I can go
Where I want to go
I drift carelessly on a summer breeze
I bounce above the trees
I try to be cheerful
But I can feel myself deflating all the time
Up in the sky
Because I’m a balloon
On a broken string
I’m not attached to anyone or anything anymore
Oh oh oh, shooby doo, tra la la
I’m sad and alone
But you’d never know it to look at me
I look ever so happy up here by myself
But I wish sometimes I looked the way I felt
Because I’m a balloon
On a broken string
I don’t belong to anyone or anything anymore
Anymore
I’m a balloon on a broken string
I’m not attached to anyone or anything
I’m a balloon on a broken string
I don’t belong to anyone or anything
And I know I look shiny and bouncy
But I’m all empty inside
And I worry
That if I was to just burst suddenly
Then nobody would even notice me
I know I look shiny and bouncy
But I’m all empty inside
And I worry
That if I was to just burst suddenly
Then nobody would even notice me
I know I look shiny and bouncy
But I’m all empty inside
And I worry
That if I was to just burst suddenly
Then nobody would even notice me
I know I look shiny and bouncy
But I’m all empty inside
And I won’t even
And if I was to just burst suddenly
Then nobody would even notice me

Quero morar aí *-*
sweethomestyle:

(via orangefrizzante)

Quero morar aí *-*

sweethomestyle:

(via orangefrizzante)

(Reblogged from sweethomestyle)
Nós damos forma ao nosso mundo dando forma às nossas próprias ferramentas de percepção, nossos próprios Kelim.
Por esta razão, não irá ajudar se clamarmos ao Criador que nos ajude a sair de nossas misérias ou que mude o mundo à nossa volta para melhor. O mundo não é bom nem ruim; é um reflexo do estado de nossos próprios Kelim. Quando corrigirmos nossos Kelim e fizermos com que eles se tornem belos, o mundo será belo, também. O Tikun é interior, e assim também é o Criador. Ele é o nosso “eu” corrigido.
Rav Michal Laitman, PhD. A Revelação da Cabala. Imago, 2008, p. 88.
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Terminei ontem de ver Carnivàle, série da HBO injustamente cancelada, e fiquei absurdamente revoltado com o fim. Teria sido um season finale perfeito, mas como series finale foi simplesmente revoltante…

De lembrança, fica a excelente trilha sonora, composta por Jeff Beal. Essa música, tema do circo em viagem, há de ser minha preferida. Escuta só essa delícia…

E sobre o post abaixo… Já achei a música! =D

Wake Up, do The Arcade Fire! Viciei.

Quero muito ver esse filme! Where the Wild Things Are (Onde Vivem os Monstros), estréia no Brasil dia 23 de Outubro próximo!

(E quero saber o nome da música, também! Se alguém conhecer, por favor avise! =D )